terça-feira, 25 de setembro de 2012


Yoga em Casa

Uma opção para as mulheres que têm dificuldades para sair de casa, é a prática do yoga em domicílio com o acompanhamento de uma instrutora.
Essa proposta de prática individual, na comodidade do lar, é feito pela profissional, com plano personalizado, de acordo com a necessidade e o perfil da gestante.
Segundo especialistas, as posturas do yoga ou ioga alongam e tonificam os músculos, fazendo com que a futura mãe não fique com os movimentos restritos no final da gravidez. Além disso, os exercícios relaxam as articulações, ativam a circulação, aumentam a oxigenação do organismo, e acalma o sistema nervoso, o que é essencial para que a mulher se adapte com mais facilidade às mudanças físicas e emocionais que podem afetar o seu bem-estar.

As aulas em domicilio incluem ainda momentos de conversa sobre a evolução da gestação, as mudanças e esclarecimento de dúvidas.


 
                   




Massagem na gestação e pós parto


A gestação é um tempo de grandes mudanças emocionais e físicas. O corpo da mulher se modifica e se adapta na sua melhor maneira para que o conforto e saúde da criança estejam assegurados. Com isso, esse corpo que comporta outro corpo toma forma, se amplia e fica cheio de graça. Se prepara para acomodar e segurar a criança, e depois se abre, solta e permite que esta venha ao mundo. 

Muitas vezes, alguns desconfortos ficam evidentes: o peso,  as dores, as noites mal dormidas, as contrações, os inchaços,  a falta de descanso pelo excesso de trabalho, as inseguranças, os medos, as pressões externas da família... tudo isso vem junto com a beleza e completude. 
A massagem na gestação pode proporcionar à mulher que espera ou que já tem seu filho nos braços, um descanso mental e físico. Os movimentos e deslizamentos despertam leveza, consciência corporal, alívio das dores e a sensação de uma noite de sono. Tanto na gestação como no pós parto, a criança é beneficiada.

A massagem é um momento de entrega, de relaxamento, de vivenciar as sensações e o prazer daquele momento. No parto, é uma excelente ferramenta não farmacológica para alívio das dores.

Estudos já demonstraram que mulheres grávidas que recebem massagem dormem melhor e têm níveis mais baixos de ansiedade e depressão. Mães que recebem massagem apresentam menos complicações no parto e  menor incidência de partos prematuros.







No nosso espaço oferecemos esta terapia com profissionais capacitados no atendimento à gestantes.

Mais informações através do email: matergaiacuritiba@yahoo.com




terça-feira, 7 de agosto de 2012




Respirando
Por:   Lívia Penna Firme

O oxigênio é o primeiro e o mais importante alimento de que o corpo necessita. Respiramos mal e insuficientemente no cotidiano. 

A gravidez é um momento propício para resgatar a capacidade respiratória. À medida que o útero cresce, parece que nos falta ar, com a proximidade do parto, necessitamos respirar mais fundo e relaxar. Durante o trabalho de parto a respiração ajuda a não se prender ao lado doloroso das contrações, permitindo que o útero dilate e o bebê atravesse o canal vaginal.

Quando nascemos, nossa respiração é profunda ou abdominal. Depois, os sustos da vida vão tornando cada vez mais curta. Os medos, as ansiedades, a pressa e o ritmo da vida levam o adulto a respirar pouco, enchendo apenas a parte superior do pulmão. A respiração curta e alta não é suficiente para suprir a necessidade de oxigênio de todas as células.

Na gravidez pode-se aumentar a capacidade respiratória levando mais oxigênio para o útero, para a placenta e para o feto. Isso contribui também se ter força e disposição para atravessar os nove meses de gestação e o trabalho de parto, no qual a respiração desempenha um papel fundamental. A idéia não é utilizar a respiração para controlar o parto; técnicas como a do "cachorrinho" ou a de "encher o tórax de ar e fazer força", segundo o obstetra francês Leboyer pode mais atrapalhar do que ajudar. "A mulher precisa respirar lenta, profunda e intensamente, com fervor, dando ênfase à expiração que deve se tornar cada vez mais longa e suave. Em cada expiração ela traz de dentro de si um som grave e profundo produzidos pelo seu abdomen".

Segundo Leboyer "é preciso deixar-se levar, entregar-se...mas entregar-se não significa render-se. Para seguir o ritmo e acompanhá-lo é preciso atenção a cada momento... Respirando, respirando sem parar, sem cair na tentação de bloquear, de resistir, de reter a respiração, em vez de ajudá-la a se ampliar".

Fonte: Livro Lobas e Grávidas